sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Bombeiros localizam corpo de jovem desaparecido em barragem de São Paulo do Potengi, RN

 

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) localizou, na manhã desta sexta-feira 2, o corpo de um jovem de 25 anos que havia se afogado no dia anterior na barragem do município de São Paulo do Potengi, na região Agreste do estado.

A corporação foi acionada para realizar as buscas e, ao chegar ao local, uma equipe especializada de mergulhadores iniciou as operações subaquáticas. Após cerca de 40 minutos de trabalho, o corpo da vítima foi encontrado a mais de 10 metros de profundidade.

Familiares acompanharam a ocorrência no local. A equipe da Polícia Técnica também esteve presente para realizar os procedimentos periciais e providenciar o encaminhamento do corpo para os trâmites legais.

O CBMRN orienta a população a adotar cuidados em ambientes aquáticos como barragens, açudes e rios, especialmente em áreas sem a presença de guarda-vidas, e recomenda evitar banhos em locais desconhecidos ou de grande profundidade.



quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Jovem Tangaraense morre vítima de afogamento no primeiro dia do ano


O ano de 2026 iniciou com uma notícia triste para a cidade de Tangará. O jovem Fernando, popularmente conhecido como “Fernando de Zuza”, faleceu nesta quinta-feira (1º) após um incidente na Lagoa de Carcará, em Nísia Floresta.

​Segundo relatos de testemunhas que estavam no local, o jovem participava de um passeio tradicional de celebração de Ano Novo quando o caso ocorreu. O alerta foi dado por banhistas, que perceberam algo estranho na água e, ao verificarem, constataram o afogamento. Apesar das tentativas de socorro, o rapaz não resistiu.

​A morte prematura de Fernando chocou amigos e familiares, gerando uma onda de comoção nas redes sociais. A Lagoa de Carcará é um dos destinos mais procurados nesta época do ano, o que reforça o alerta das autoridades para o cuidado redobrado em áreas de banho durante o veraneio.

Capotamento na Rodovia entre Campestre e Tangará mobiliza corpo de Bombeiros e Samu


Na tarde desta quinta-feira (1), equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) foram acionadas para atender a um grave capotamento ocorrido na rodovia estadual que liga os municípios de São José do Campestre e Tangará.

De acordo com as informações repassadas, duas pessoas estavam no veículo no momento do acidente. Uma das vítimas conseguiu sair do automóvel por meios próprios, enquanto a outra ficou presa às ferragens, exigindo uma atuação especializada das equipes de resgate.

Utilizando técnicas de desencarceramento, os bombeiros realizaram o resgate da vítima com segurança. Após os primeiros atendimentos no local, a pessoa ferida foi entregue à equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que realizou o encaminhamento para uma unidade hospitalar.

As circunstâncias do acidente não foram detalhadas, e o estado de saúde das vítimas não foi oficialmente divulgado.



Com informações e fotos do Corpo de Bombeiros RN.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Parabéns Tangará (RN) 67 anos de emancipação política



 A história de Tangará (RN) começa no final do século XIX como um povoado chamado Riacho, impulsionado pela pecuária e algodão, ganhando destaque com a construção de uma estrada em 1914 e a instalação de usinas de beneficiamento no século XX, o que levou à sua emancipação política como município em 31 de dezembro de 1958, desmembrando-se de Santa Cruz, sendo nomeada em homenagem ao pássaro Tangará e se tornando famosa pelos pastéis, que viraram patrimônio cultural. 

Origens e Desenvolvimento

  • Povoado de Riacho: A região, às margens do Rio Trairi, começou a se desenvolver com atividades pastoris e o cultivo de algodão.
  • Estrada de Ferro: A construção de uma estrada de rodagem em 1914 (de Macaíba a Santa Cruz) e a posterior instalação de usinas algodoeiras impulsionaram o progresso do povoado.
  • Mudança de Nome: Em meados do século XX, por iniciativa do major Teodorico Bezerra, o povoado de Riacho foi rebatizado para Tangará, em referência ao pássaro alegre e saltitante. 
  • Emancipação Política
    • Distrito: Em 26 de novembro de 1953, Riacho foi elevado à categoria de distrito pela Lei nº 931.
    • Município: Em 31 de dezembro de 1958, pela Lei nº 2.336, o distrito foi desmembrado de Santa Cruz e emancipado, com sua instalação oficial em 28 de janeiro de 1959. 
    • O Pastel: A cidade ficou conhecida como a "Cidade dos Pastéis", um quitute que se tornou símbolo de hospitalidade e patrimônio cultural, com receitas passadas de geração em geração.

Prefeito Augusto e Vereadores aliados Aprovam “Presente de Grego” e Decretam a Morte Lenta do TangaráPrev

 



Enquanto a população se prepara para o Réveillon, a Câmara Municipal, sob o comando de Alcimar Germano, aprova em sessão relâmpago a redução drástica de repasses para a previdência, ignorando rombo milionário e recorde de arrecadação.

A virada de ano em Tangará ficará marcada não pelos fogos de artifício, mas pela traição contra os servidores públicos e aposentados do município. Na manhã deste dia 31 de dezembro, em uma sessão extraordinária convocada às pressas, o Prefeito Augusto Alves e a base aliada na Câmara Municipal desferiram um golpe mortal contra a saúde financeira do Instituto de Previdência Municipal (TangaráPrev).

O Projeto de Lei nº 042/2025, aprovado em regime de urgência, é um verdadeiro atentado ao futuro dos servidores. Sob a cortina de fumaça de uma suposta “revisão atuarial”, o que aconteceu hoje foi um saque autorizado aos cofres da aposentadoria dos tangaraenses.

A Mutilação da Receita: De 18% para 7%

O projeto, arquitetado pelo Executivo e abençoado pelo Presidente da Câmara, Alcimar Germano, reduz a alíquota de contribuição patronal (a parte que a prefeitura deve pagar) de 18,47% para irrisórios 7,35%.

Na prática, isso significa que o TangaráPrev deixará de arrecadar cerca de R$ 200 mil reais todos os meses. É uma sangria desatada que compromete imediatamente a folha de pagamento e obriga o instituto a queimar suas reservas financeiras — hoje em torno de R$ 10 milhões — para cobrir o buraco aberto pela irresponsabilidade política.

Especialistas alertam: nesse ritmo, a falência do TangaráPrev é uma questão de tempo. Em menos de 5 anos, o dinheiro vai acabar, e os aposentados ficarão à mercê da própria sorte.

O Cinismo da “Falta de Verba” e o Recorde de FPM

A justificativa do Prefeito Augusto Alves para tal atrocidade é que a Prefeitura “não tem condições” de pagar o valor total sem prejudicar os serviços básicos. Mentira.

A verdade que eles tentam esconder é que somente neste mês de dezembro de 2025, a Prefeitura de Tangará recebeu o maior repasse de FPM (Fundo de Participação dos Municípios) da história: R$ 8 MILHÕES DE REAIS.

Dinheiro há! O que falta é vergonha na cara e gestão. Enquanto alegam pobreza para não pagar a previdência, a gestão municipal mantém contratos milionários e obscuros de terceirização de mão de obra e locação de automóveis. Se o prefeito quisesse salvar a cidade, cortaria na própria carne, demitindo apadrinhados e cancelando aluguéis de luxo, e não confiscando o futuro de quem dedicou a vida ao serviço público.

É preciso refrescar a memória do povo: em apenas dois anos de gestão, Augusto Alves já acumulou uma dívida de R$ 7 milhões com a previdência. Somando-se aos R$ 6 milhões herdados da gestão do Dr. Airton, o rombo é colossal.

A Câmara já havia sido “mãe” do prefeito ao aprovar um parcelamento a perder de vista (300 meses) para pagar o que deve. Não satisfeito com essa benesse, o prefeito agora decide pagar menos mensalmente, empurrando o problema para um futuro colapso.

Os Nomes da Vergonha

A população precisa saber quem foram os cúmplices desse desmonte. Aprovando o projeto e virando as costas para os servidores, votaram a favor do “presente de grego”:

  • Alcimar Germano (Presidente)
  • Aninha de Ilo
  • Ludwig
  • Chicutinha
  • Breno de Dona Marlene
  • Paulo Anderson

Estes vereadores, junto com o prefeito, assinaram hoje um cheque em branco contra a dignidade dos aposentados. O ano de 2026 começará com uma certeza amarga: em Tangará, o dinheiro do povo não serve ao povo, mas para cobrir a incompetência de seus governantes.


Fonte: Correio do Trairi.